Um telefonema a uma hora da madrugada de sábado, dia 1, despertou o defensor público Jorge Calil Canut Neto. No outro lado da linha, o pedido de socorro da senhora G.S., que foi presa dia 30 de novembro pela regressão do seu regime de cumprimento de pena para o semiaberto, por ter deixado de assinar em determinados meses e, assim, por não comprovar atividade lícita no prazo de 60 (sessenta) dias. Quem falava ao telefone era uma agente peninteciária que acompanhava a senhora G.S. e contava a sua situação....Leia a matéria completa

 

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